Plugado
Primeiro texto do computador
Parece lixo, mas é luxo
Parece luxo, mas é dor
Lembra poesia, mas é agonia
Coisa de estreante
Tiro errante
Buscando argumento
No “média player”
A todo momento.
Falar de dor é doído
Falar de vida é natural
Relembrar o passado é reluzente
Luz do sol
Que ilumina
A mente que mente
Insegura:
Promessa,
Procura,
Ação...
Sai do chão
E vibra com fibra
Que equilibra as situações.
Quero mesmo é a rima
Pra falar de cima
Como poeta
Que empresta a verve
Para imundo verme
Retratar a mentira.
E aí vem a ira
Que desenvolve o roubo
Debaixo do toldo
Que apaga o sol...
Aí.
Bem! E aí, falta luz, meu irmão,
A mente do poeta
Também sofre
Apagão.
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